O presidente do Conselho Federal de Contabilidade, Joaquim Bezerra Filho, participa da 14ª edição do Fórum de Lisboa, evento coordenado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Esta edição trás a participação do teresinense Joaquim Bezerra Filho, que juntamente à diversos palestrantes e moderadores, representantes de 15 países e integrantes de 20 universidades estrangeiras, discutem sobre a nova ordem internacional, tecnologia, soberania, democracia, economia digital, inteligência artificial e direitos fundamentais. O evento acontece nesta segunda-feira (01), estendendo-se até quarta-feira (03).

A 14ª edição foi organizada com uma programação de três temáticas dividida entre os três dias. Nesta segunda-feira, os debates são dedicados à ordem internacional em disputa, à democracia global e à soberania digital. Na terça-feira (02) o debate recairá sobre economia digital, inteligência artificial e direitos fundamentais. O foco do último dia será voltado a políticas públicas, sistema de precedentes e efetividade dos direitos.
Joaquim Bezerra é o atual presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), e atua há 23 anos nas áreas de Contabilidade, Auditoria Governamental, Controladoria, Governança e Gestão Estratégica. O presidente integrará na terça (02), o painel “Finanças Sustentáveis e Integração de Mercados”, abordando os desafios da governança econômica, da sustentabilidade financeira e da integração dos mercados globais em um cenário de constantes mudanças regulatórias e econômicas.
Pelo menos três ex-presidentes da República foram confirmados: Michel Temer, do Brasil; Ivan Duque, da Colômbia; e Jorge Carlos Fonseca, de Cabo Verde. Os governadores dos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Tocantins devem participar do encontro, assim como quatro ministros portugueses em exercício e os ministros brasileiros Alexandre de Moraes e Flávio Dino, e também autoridades como o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e o ex-ministro Ricardo Lewandowski.
A organização afirma que o objetivo do evento é ampliar o diálogo entre instituições públicas, academia e setor produtivo em torno dos desafios econômicos, democráticos e sociais da nova ordem internacional.
Dê sua opinião: