A Federação da Noruega se tornou a primeira a denunciar Gianni Infantino, presidente da Fifa, por suas decisões recentes. Segundo o jornal 'As', da Espanha, a decisão foi encabeçada por Lise Klaveness, presidente da entidade norueguesa, que tem sido uma das pessoas mais críticas ao trabalho que vem sendo desenvolvido pelo dirigente.

De acordo com o diário, a mandatária apresentou três queixas principais: proximidade de Infantino a Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, a decisão de revogar o cartão vermelho aplicado a Balogun, atacante do EUA, durante a Copa do Mundo, e a criação da FIFA Forward Enterprise, empresa que venderia parte das cotas do Mundial de Seleções.
A partir de agora, as queixas foram encaminhadas aos Comitês de Ética e Conformidade da FIFA e uma investigação deve ser estabelecida. A principal frente é entender se houve abuso de poder por parte de Gianni Infantino.
O desgaste político de Infantino se aprofunda diariamente junto às entidades europeias. Após a Alemanha retirar publicamente o apoio à reeleição do cartola, as federações da Inglaterra e de País de Gales seguiram o mesmo caminho, ampliando o isolamento do presidente da Fifa.
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