Segunda, 17 de agosto de 2026, 19:44
Política

Geraldo Carvalho inicia campanha neste domingo (16) na Praça Pedro II

Geraldo Carvalho afirma em vídeo que Teresina chega aos 174 anos sem ter conseguido resolver problemas elementares para grande parte da população.

O candidato do PSTU ao Governo do Piauí, Geraldo Carvalho , realiza neste domingo (16) sua primeira atividade oficial de campanha. A agenda começa às 8h30, na Praça Pedro II, no Centro de Teresina, e contará também com a participação do candidato a vice-governador Gervásio Santos, do candidato ao Senado Danniel Rocha e do primeiro suplente Júnior Soares, além de militantes e apoiadores.


A abertura da campanha coincide com o dia 16, número da legenda do PSTU, e com o aniversário de 174 anos de Teresina. A campanha de Geraldo inicia atividades nas redes sociais com a divulgação de um vídeo em homenagem à capital piauiense.


Gravado no bairro Poti Velho, zona norte, o vídeo resgata as origens históricas da região. Na mensagem, Geraldo Carvalho destaca que, antes mesmo da fundação oficial de Teresina, a região do Poti Velho foi território indígena e espaço de resistência quilombola.

O candidato chama atenção para o contraste entre os 174 anos da capital e a permanência de problemas básicos, como a falta de saneamento adequado, inclusive no próprio Poti Velho, região onde se iniciou o processo de povoamento que deu origem a Teresina.


Teresina chega aos 174 anos sem ter conseguido resolver problemas elementares para grande parte da população, como o acesso ao saneamento básico. Isso acontece inclusive no Poti Velho, onde começou oficialmente a criação da nossa cidade”, afirma Geraldo no vídeo.

Como parte do programa do PSTU, Geraldo Carvalho defende a reestatização dos serviços de água e saneamento e uma Agespisa pública, sob controle da população usuária e dos trabalhadores e trabalhadoras agespisianos. A privatização foi feita no governo Rafael Fonteles (PT), um "entreguista", segundo Geraldo. Para o candidato, água e saneamento devem ser garantidos como direitos fundamentais, e não tratados como mercadorias destinadas à geração de lucro para empresas privadas.

Água e saneamento são direitos. Não podem ser transformados em mercadoria. Defendemos uma Agespisa pública, reestatizada e controlada por quem trabalha nela e pela população que utiliza seus serviços”, defende Geraldo.

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